quarta-feira, 20 de abril de 2011

Tudo o que quero.

Quero uma vaga no ócio.
Quero ter o mar como sócio.
Acordar a sombra com o calor.
E me banquetear de amor...

terça-feira, 19 de abril de 2011

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Quem sou eu, quem sou...

Como é difícil crescer,
Se pudéssemos prever...
A infância eterna se faria
Mas a vida nos empurra para a morte
E só podemos contar com a sorte
O que agora fazer?
Tenho fé, mais não me basta.
Tenho sonhos que se desgastam.
O que tenho é esperança perdida.
De um tempo que ainda não vi.
O que agora fazer?
Procuro-me, não me acho.
Quem sou eu, quem sou...

segunda-feira, 11 de abril de 2011

A Navegar...


Estranho ser sou.
Se lhe quero, dou.
Querendo me afastar, vou.
Como barco a vela
Lançado ao mar.
Coração sem rumo a navegar.
Que me dizes?
Não escuto, devo ficar?
Aonde vou o vento dirá.
Sempre alerta e vigilante devo estar.
Para que em pedras cegas
Não venha a naufragar.
A deriva viver, sob sol e luar.
Sonhar com um porto.
           E Navegar...


 

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Em noite de luar...

        O que você faria para um amor conquistar,
    Talvez uma poção, quem sabe uma simpatia.
Se prometeres sigilo, te conto um segredo:

Uma pitada de canela e duas de alegria.
Sobre o nome do amado, um bocado de melado.
Uma flor de jacarandá, em noite de luar.

Minha avó sempre dizia me lembro um dia.
Toda menina tem um pouco de fada.
Toda mulher sabe alguma bruxaria.
Tatiana Helrigle

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Alguém para amar.

Alguém para amar
Alguém para sofrer
Alguém para sorrir
Alguém para viver
           Viver sem sentir
           Viver sem amar
           Viver sem sorrir
           Viver sem sofrer.
                  É preciso ser belo para amar
                  É preciso ser livre para viver
                  É preciso ser frágil para sentir
                  É preciso ser forte quando sofrer.

domingo, 3 de abril de 2011

Sorrisos, sombras e sonhos.

Vejo um sorriso incógnito,
De uma felicidade fingida.
A dor d'alma escondida,
Nos mais recônditos de sua triste vida.

Onde estão as sombras
que de mim se alimentam?
Que me arrancam o peito,
E deixam o vazio da dor.

Vejo uma risada enlouquecida.
De uma insanidade fingida.
E a razão d'alma escondida
No mais profundo de sua dura vida.

Onde estão os palhaços
Que a mim atormentam?
Que me levam os sonhos,
E deixam a ilusão dos pensamentos.
                        Tatiana Helrigle