quinta-feira, 27 de março de 2014

Fosso do tempo.

Minha alma vaga ao fundo
Do fosso solitário do tempo
Sem consolo nem lamento
Das lagrimas que já chorei.
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E tudo o que me resta, serei.
Ou com um pouco de sorte
O Senhor me brinde com a morte
Ou de pesares viverei.                        
                      Tatiana Helrigle

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